Ultimamente estive reparando nas programações da tv aberta, a cada dia que passa a grade de qualquer televisão (exclua as evangélicas, pois não as assisto) decaí cada vez mais em qualidade de entretenimento. São programas idiotas, as vezes imbecis onde cada vez mais a desgraça alheia é vista como diversão.
A nossa maior rede de tv, Rede Globo de Televisão, ainda impera nos horários nobres com sua vasta e imensa criatividade para desenvolver novelas de qualidade duvidosa que só fazem sucesso porque as programações dos outros canais conseguem ser ainda piores. E isso continua semanalmente de segunda a sábado. Sim, porque domingo a coisa muda e muda drasticamente.
A alguns pouquíssimos anos uma rede de tv surgiu nos sinais abertos de nossas simplórias caixas de alienação mental, essa rede se chama Rede TV! Não digo que ela é uma ótima emissora, muito pelo contrário, ela é tão ruim quanto qualquer outra, mas no domingo um programa veio destacando junto a população brasileira. O nome do programa: Pânico na TV!
O programa de conteúdo humoristíco vem causando um reboliço na população, com um humor escrachado e irreverente, tem feito a alegria das pessoas. Mas o mais interessante que pude notar no programa é o ataque direto a maior rede de tv do país. Ao brincar com os artistas globais, pregando peças nessas ilustres personalidades, eles vem tentando debochar da grande tv.
Inventando campanhas como "Mande seu video fazendo a dança do siri (uma dança de tão esdrúxula chega a ser engraçada)" vem ridicularizando até o núcleo jornalístico das maiorias da tv (sendo que o principal alvo é a Globo) porque os videos mais vistos e mostrados nos programas são justamente os filmados durante uma gravação ao vivo de um link do jornal. Mesmo com um teor cínico de não incentivarem a fazer a dança durante as reportagens de outras emissoras, mas devidamente recompensados se fizerem, eles vêm, ao meu entender, causando um terrorismo televisivo. E hoje alcançou um âmbito bem maior, quando pediram para um famoso narrador esportivo fazer a dança e pedirem a população durante os jogos levarem cartazes ( e até distribuirem estes cartazes) para que o locutor faça a bendita dança.
Isso tudo tem feito, sublimarmente, com que a rede Globo vire aos domingos alvo de deboche, eles já têm que sofrer da humilhante derrota no ibope e ainda virar chacota dominical. E o melhor é que como a Globo tenta fazer vista grossa, impedindo que seus contratados falem sobre o assunto durante a programação da mesma, ela acaba por aumentar ainda mais a publicidade do programa.
Acho que já estava na hora de aparecer algo assim na tv.
domingo, 2 de setembro de 2007
terça-feira, 21 de agosto de 2007
Dia ruim, almoço bom.
Atraso na coluna! Bem, quinzenalmente é até uma margem relativamente pequena, se comparar com algumas das mais famosas colunas que infestam os nossos jornais, sejam de qual tipo for.
Movimento Cansei, ultimamente tem causado um reboliço danado, dito como um movimento golpista da elite branca de nossa terra onde canta o sabiá. Acho que a maioria de vocês que entram aqui já tem uma breve noção do que é o movimento, mas para os que não estão a par, vou tentar dar uma breve explicação dele.
O Movimento Cansei é uma suposta reação da "sociedade brasileira" à impunidade, ao descaso e a onda de violência que vem ocorrendo no cotidiano brasileiro. O movimento teve força maior com o acidente do airbus da TAM (alguns dizem que foi seu estopim) e é encabeçado pela cúpula da OAB-SP e por alguns empresários paulistas, ou seja por quem é menos atingido pelos reais problemas dos quais reclamam. Afirmando-se apolíticos, eles ultimamente tem recebido um imenso "apoio solidário" dos tucanos e outros partidos de oposição.
Me divirto sempre que leio sobre o movimento, me divirto mesmo, e me divirto mais ainda quando os vejo pela televisão. Desde o começo você nota quais as reais intenções do movimento que insiste em usar chulos argumentos para seus atos. E estampado em fotos e declarações de seus membros é capaz de perceber o nível de mediocridade que abrange a nossa "elite-média branca". Doentio.
Dizer que estão cansados da impunidade é declararem-se demagogos, quiçá hipócritas perante todo o público brasileiro. Esta impunidade de que tanto reclamam só os beneficiam, a muito é sabido que o brasileiro de classe média-baixa não fica impune quando é brandida a clava forte de nossa justiça, clava esta que se transforma em pluma perante os julgamentos da elite.
Cansados estamos nós de escutar tanta ladainha, de não termos condições justas trabalhistas e de somente nós termos que aturar as mesquinharias e chiliques de nossos patrões quando estes resolvem ser partidários do movimento. Queremos sim uma mudança na sociedade brasileira, sonhamos com condições iguais desde que nos entendemos por gente. Na verdade cansamos é de vocês, elite, que não tem nada mais para fazer de melhor.
Movimento Cansei, ultimamente tem causado um reboliço danado, dito como um movimento golpista da elite branca de nossa terra onde canta o sabiá. Acho que a maioria de vocês que entram aqui já tem uma breve noção do que é o movimento, mas para os que não estão a par, vou tentar dar uma breve explicação dele.
O Movimento Cansei é uma suposta reação da "sociedade brasileira" à impunidade, ao descaso e a onda de violência que vem ocorrendo no cotidiano brasileiro. O movimento teve força maior com o acidente do airbus da TAM (alguns dizem que foi seu estopim) e é encabeçado pela cúpula da OAB-SP e por alguns empresários paulistas, ou seja por quem é menos atingido pelos reais problemas dos quais reclamam. Afirmando-se apolíticos, eles ultimamente tem recebido um imenso "apoio solidário" dos tucanos e outros partidos de oposição.
Me divirto sempre que leio sobre o movimento, me divirto mesmo, e me divirto mais ainda quando os vejo pela televisão. Desde o começo você nota quais as reais intenções do movimento que insiste em usar chulos argumentos para seus atos. E estampado em fotos e declarações de seus membros é capaz de perceber o nível de mediocridade que abrange a nossa "elite-média branca". Doentio.
Dizer que estão cansados da impunidade é declararem-se demagogos, quiçá hipócritas perante todo o público brasileiro. Esta impunidade de que tanto reclamam só os beneficiam, a muito é sabido que o brasileiro de classe média-baixa não fica impune quando é brandida a clava forte de nossa justiça, clava esta que se transforma em pluma perante os julgamentos da elite.
Cansados estamos nós de escutar tanta ladainha, de não termos condições justas trabalhistas e de somente nós termos que aturar as mesquinharias e chiliques de nossos patrões quando estes resolvem ser partidários do movimento. Queremos sim uma mudança na sociedade brasileira, sonhamos com condições iguais desde que nos entendemos por gente. Na verdade cansamos é de vocês, elite, que não tem nada mais para fazer de melhor.
quinta-feira, 2 de agosto de 2007
Dia ruim, almoço bom.
Olá meus caros! Com atraso, e para minha decepção uma breve coluna, mais uma vez venho lhes trazer um pouco da irônica trajetória da vida contemporânea, e nada melhor do que falar sobre o trabalho.
Trabalho, algo tão necessário quanto nobre, necessário porque precisamos um dia (para alguns esse dia ainda não chegou) trabalhar e nobre porque é um ato que dignifica a pessoa. Através do trabalho pessoas tiram seu sustento, são reconhecidas e quiçá imortalizadas. Trabalho, uma coisa que não tem me safisteito ultimamente.
A verdade é que o trabalho é bom, desde que faça o que gosta, não adianta trabalhar por trabalhar, é claro salvo ocasiões de extremas necesidades, mas trabalhar porque você é obrigado, porque sua família exige, a sociedade demanda etc e tal, é extremamente frustante para uma pessoa.
Adoro trabalhar, adoro acordar cedo, tomar um banho, me vestir, tomar um café, sair de casa, pegar um ônibus ou ligar o carro e me dirigir ao meu local de trabalho, adoro, amo essa rotina. Pois é nela que se desenvolve as minhas idéias para poder escrever esta singela coluna, mas o meu emprego, aí é outra conversa. Todo mundo deveria trabalhar no que gosta e foi assim que me passaram na faculdade, infelizmente eu ainda não faço parte desta porcentagem dos que trabalham com o que gostam, dos que amam o emprego. Eu amo o trabalho, mas não peça para amar este meu emprego.
E é aí que mora a ironia, hoje em dia com um mercado de trabalho tão acirrado, tão competitivo e tão elitizado é difícil para a maioria das pessoas trabalharem com o que gostam. Calme lá se está levando meu ponto de vista para um outro lado. Estou falando de oportunidades para pessoas que são capazes de atuar nelas, e é claro que para se fazer o que gosta exige mesmo uma preparação intelectual e profissional que apenas uma boa educação provém.
Se você é um daqueles que como eu, adora o trabalho mas odeia o emprego, tente fazer o que gosta, não se acomode, não fique pensando naquele velho dito "time que ganha não se mexe", porque se mexe sim e faço uma previsão de que se você realmente estivesse trabalhando com o que gosta, estaria ainda muito mais satisfeito com seu emprego.
Trabalho, algo tão necessário quanto nobre, necessário porque precisamos um dia (para alguns esse dia ainda não chegou) trabalhar e nobre porque é um ato que dignifica a pessoa. Através do trabalho pessoas tiram seu sustento, são reconhecidas e quiçá imortalizadas. Trabalho, uma coisa que não tem me safisteito ultimamente.
A verdade é que o trabalho é bom, desde que faça o que gosta, não adianta trabalhar por trabalhar, é claro salvo ocasiões de extremas necesidades, mas trabalhar porque você é obrigado, porque sua família exige, a sociedade demanda etc e tal, é extremamente frustante para uma pessoa.
Adoro trabalhar, adoro acordar cedo, tomar um banho, me vestir, tomar um café, sair de casa, pegar um ônibus ou ligar o carro e me dirigir ao meu local de trabalho, adoro, amo essa rotina. Pois é nela que se desenvolve as minhas idéias para poder escrever esta singela coluna, mas o meu emprego, aí é outra conversa. Todo mundo deveria trabalhar no que gosta e foi assim que me passaram na faculdade, infelizmente eu ainda não faço parte desta porcentagem dos que trabalham com o que gostam, dos que amam o emprego. Eu amo o trabalho, mas não peça para amar este meu emprego.
E é aí que mora a ironia, hoje em dia com um mercado de trabalho tão acirrado, tão competitivo e tão elitizado é difícil para a maioria das pessoas trabalharem com o que gostam. Calme lá se está levando meu ponto de vista para um outro lado. Estou falando de oportunidades para pessoas que são capazes de atuar nelas, e é claro que para se fazer o que gosta exige mesmo uma preparação intelectual e profissional que apenas uma boa educação provém.
Se você é um daqueles que como eu, adora o trabalho mas odeia o emprego, tente fazer o que gosta, não se acomode, não fique pensando naquele velho dito "time que ganha não se mexe", porque se mexe sim e faço uma previsão de que se você realmente estivesse trabalhando com o que gosta, estaria ainda muito mais satisfeito com seu emprego.
quinta-feira, 19 de julho de 2007
Rascunhando
Por acaso você tem apenas alguns minutos, para olhar as novas piadinhas do seu email, entrar no orkut, conversar no MSN e fazer uma social visitando OS INCOMODADORES, sem que seu chefe perceba, ou seu tempo na lan house estoure? Se sim, meu amigo, AMIGÃO!, você está no lugar certo.
As pessoas que se propuseram a criar algo nesta coluna estão em uma situação um pouco pior do que a sua, além de fazer tudo mencionado com pouco tempo, ainda criarão algo para você. Mas isso não nós deixa infelizes, pelo contrário o desafio é o que nós move.
Assim, é altamente recomendado que quando você visitar essa coluna mantenha sua mente aberta, pois você não terá informações mastigadas. Você também assina esta coluna, já que as formas de se expressar serão as mais variadas possíveis, muitas vezes sendo possíveis infinitas interpretações.
O rascunho de hoje, criado a pouco:
As pessoas que se propuseram a criar algo nesta coluna estão em uma situação um pouco pior do que a sua, além de fazer tudo mencionado com pouco tempo, ainda criarão algo para você. Mas isso não nós deixa infelizes, pelo contrário o desafio é o que nós move.
Assim, é altamente recomendado que quando você visitar essa coluna mantenha sua mente aberta, pois você não terá informações mastigadas. Você também assina esta coluna, já que as formas de se expressar serão as mais variadas possíveis, muitas vezes sendo possíveis infinitas interpretações.
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O rascunho de hoje, criado a pouco:
quarta-feira, 18 de julho de 2007
Dia ruim, almoço bom
Estreio neste blog de vez com a minha coluna Dia ruim, almoço bom, que tratará especificamente das banalidades irônicas que ocorrem (ou não) em meu fatídico cotidiano inóspito, cotidiano este que é afetado por toda essa virulência libertina do mundo. Essa mesmo que corrói o Seu João da padaria da esquina e que de alguma forma afeta todos nós como o bater de asas de uma borboleta no Cazaquistão.
E estréio falando de um assunto que vem me incomodando a um tempo, que é a valorização pífia que damos aos nossos conterrâneos. Recentemente eu tenho me encantado com os sons brasileiros, os sons com uma base mais rock 'n' roll, o som dos nossos queridos Mutantes, Made in Brazil, Jorge Ben Jor, Joelho de Porco, etc. E durante essa minha jornada em busca dos trabalhos fascinantes destes artistas deparei-me com uma dura realidade, nós brasileiros não damos a mínima para eles. Minto, a mínima nós damos, afinal vira e mexe eles tem feitos parcos shows em nossa querida terra onde canta o sabiá.
Geralmente estes shows são realizados em comemoração a datas ou eventos culturais, como o Circuito Cultural do Banco do Brasil, realizado neste mês aqui na capital mineira, mas por favor não me levem a mal quando digo que são poucas a oportunidades que rola para eles tocarem aqui no Brasil, eles fazem show sim, mas a maioria deste shows não tem a devida notoriedaridade que deveria ter e alguns são para um público restrito, as chamadas festinhas VIPs de grandes corporações, as únicas que tem o cacife de bancar a saída de Jorge Ben do seu aconchego em Miami. Mas é inegável que os bons músicos brasileiros fazem mais shows em terras do além Atlântico, e eles nem precisam de tocar em inglês, alguns como o Seu Jorge, nem ao mesmo precisa falar em inglês com o público, Seu Jorge esse que cancelou seu show na versão Live Earth brasileira, não sei quanto aos motivos dele, mas imagino.
Com isso vem o pior, o de ter que aturar comentários em fóruns virtuais estrangeiros sobre nossos artistas, artistas estes que deviamos saber de tudo um pouco, de que pelo menos deveríamos escutar o que fazem. Olha é triste mesmo deparar com um argumento verdadeiro de um rapaz adolescente europeu e você não saber nem ao menos de quem é a música. Falo disso porque eu tive essa experiência, mas humildemente não tive a coragem de contra argumentar, coisa que alguns outros conterrâneos tem feito e, pasmem, com uma beastialidade idiota própria de um pseudo-intelectual.
Fica aqui um lamento meu, o de ter descoberto tarde demais essa genialidade musical, pois venho de uma família de músicos. Mas um lamento que agora vira um objetivo para que as próximas gerações conheçam sobre nossa boa música.
Recomendo:
Os Mutantes - Os Mutantes (1968)
Tim Maia - Racional vol. 1 e 2
Jorge Ben - África Brasil e Negro é lindo
Secos e Molhados - A volta de Secos e Molhados
E estréio falando de um assunto que vem me incomodando a um tempo, que é a valorização pífia que damos aos nossos conterrâneos. Recentemente eu tenho me encantado com os sons brasileiros, os sons com uma base mais rock 'n' roll, o som dos nossos queridos Mutantes, Made in Brazil, Jorge Ben Jor, Joelho de Porco, etc. E durante essa minha jornada em busca dos trabalhos fascinantes destes artistas deparei-me com uma dura realidade, nós brasileiros não damos a mínima para eles. Minto, a mínima nós damos, afinal vira e mexe eles tem feitos parcos shows em nossa querida terra onde canta o sabiá.
Geralmente estes shows são realizados em comemoração a datas ou eventos culturais, como o Circuito Cultural do Banco do Brasil, realizado neste mês aqui na capital mineira, mas por favor não me levem a mal quando digo que são poucas a oportunidades que rola para eles tocarem aqui no Brasil, eles fazem show sim, mas a maioria deste shows não tem a devida notoriedaridade que deveria ter e alguns são para um público restrito, as chamadas festinhas VIPs de grandes corporações, as únicas que tem o cacife de bancar a saída de Jorge Ben do seu aconchego em Miami. Mas é inegável que os bons músicos brasileiros fazem mais shows em terras do além Atlântico, e eles nem precisam de tocar em inglês, alguns como o Seu Jorge, nem ao mesmo precisa falar em inglês com o público, Seu Jorge esse que cancelou seu show na versão Live Earth brasileira, não sei quanto aos motivos dele, mas imagino.
Com isso vem o pior, o de ter que aturar comentários em fóruns virtuais estrangeiros sobre nossos artistas, artistas estes que deviamos saber de tudo um pouco, de que pelo menos deveríamos escutar o que fazem. Olha é triste mesmo deparar com um argumento verdadeiro de um rapaz adolescente europeu e você não saber nem ao menos de quem é a música. Falo disso porque eu tive essa experiência, mas humildemente não tive a coragem de contra argumentar, coisa que alguns outros conterrâneos tem feito e, pasmem, com uma beastialidade idiota própria de um pseudo-intelectual.
Fica aqui um lamento meu, o de ter descoberto tarde demais essa genialidade musical, pois venho de uma família de músicos. Mas um lamento que agora vira um objetivo para que as próximas gerações conheçam sobre nossa boa música.
Recomendo:
Os Mutantes - Os Mutantes (1968)
Tim Maia - Racional vol. 1 e 2
Jorge Ben - África Brasil e Negro é lindo
Secos e Molhados - A volta de Secos e Molhados
terça-feira, 10 de julho de 2007
Pois é meus caros, aqui começa uma jornada, pelo menos assim eu considero, para onde podemos destilar todo os comentários ferrenhos do nosso ponto de vista para as diversas facetas que atinge o âmbito de nosso convívio. Será que seremos bem sucedidos em nossa empreeitada? Talvez só dependerá de nós mesmo, os grandes vikings beberrões, capazes de observar novos horizontes mesmo vivendo nos velhos portos seguros. Aqui traremos assuntos diversos, crônicas ativas e debates acirrados sobre o nosso cotidiano, sempre com um toque particular de nossas personalidades.
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